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ZELLY E EU (Zelly and Me, Tina Rathborne - 1988)

Published2025-02-04
duration1:28:41
albumsfilmes cult
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Sinopse: Após a morte de seus pais em um acidente de avião, Phoebe é criada por sua avó Co-Co, rica e narcisista, e por uma babá, Zelly. Co-Co e Zelly acabam competindo pelo afeto da criança, o que faz com que Phoebe se isole quando Co-Co demite com ciúme toda a sua equipe e até mesmo abusa emocionalmente de Phoebe. No final, depois que Co-Co demite Zelly, Phoebe finalmente se posiciona e se defende, chamando-a para fora por seu comportamento abusivo. O filme termina com Phoebe voltando para a escola após o fim do verão, enquanto Co-Co observa com melancolia, percebendo que não tem mais nenhum controle mental sobre a neta. Elenco: • Alexandra Johnes - Phoebe • Glynis Johns - Co-Co • Isabella Rossellini - Zelly • Kaiulani Lee - Nora • David Lynch - Willie • Joe Morton - Earl Curiosidade: - Zelly and Me foi o primeiro filme da escritora e diretora Tina Rathborne. - O filme recebeu sinal verde de David Puttnam durante seu mandato como diretor da Columbia Pictures e foi baseado na infância da própria Rathborne. - Rathborne escalou David Lynch, parceiro de Rossellini na vida real à época, para um pequeno papel no filme, como amante da personagem de Rossellini. - Como resultado, Lynch mais tarde ofereceria a Rathborne a oportunidade de dirigir sua série de televisão Twin Peaks, de 1990. - Lynch concordou em participar do filme a pedido de Rossellini, a fim de superar seu medo de atuar. - A crítica do filme no Festival de Cinema de Sundance de 1988 descreveu-o como um “retrato profundamente comovente e belamente atuado da dor da infância”, acrescentando que o papel de Lynch foi interpretado “com uma integridade que desmente as expectativas”. Escrevendo para o The Boston Globe, Jay Carr achou que o filme foi escrito de forma desajeitada e sem sutileza. No entanto, ele considerou que a atuação de todo o elenco foi boa, citando as performances de Rossellini, Johnes e Joe Morton. Carr considerou que a atuação de destaque foi a de Lynch, descrevendo-o como “nunca nada além de suave e cavalheiro na superfície, mas há sempre algo de assustador nele”.